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26.10.06

Sentidos: sobre o que vemos...

Ao navegar pelas páginas dos colegas da Especialização encontrei no grupo do Kleder que desenvolve pesquisa sobre a influência da mídia um vídeo muito interessante, que pode nos levar a seguinte reflexão:
Nosso olhos vêem o que desejam e o que não, como afirma Arnaldo Antunes, mas também nossos olhos vêem o que os obrigam a ver, ou não?

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25.10.06

Aula 10: Literatura/Pintura/Música...

Estruturar ...

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23.10.06

Depois da Prova...

Por que sempre depois da prova nos vem a mente tudo que poderíamos ter escrito e não escrevemos?

E o pior de tudo ... o nome dos autores necessários a referenciação...estes não lembrei nem depois. Eu lembrava da capa do dito cujo livro (com cor e tudo) do sobrenome de um dos autores, sabia em qual livro estava artigos referentes aos assuntos lidos mas não lembrava tudo que necessitei para uma referência perfeita...tristeza!tristeza!tristeza!É... o jeito é esperar pra ver no que é que dá.

Agora de uma coisa tenho certeza: o projeto que fiz ontem tá muito melhor do que o que encaminhei na inscrição. Incrível né? (não sei se não estou como o menino ai da charge...mas penso que estava bom mesmo mesmo não tendo usado tecnologias de última geração...rssss...)

Estava pensando aqui... por que esta melhora aparente?

Concluo que:
Melhorei porque após a incrição, entrega do projeto e tudo mais (dia 29/09) dediquei-me a leitura dos livros que ainda não havia adquirido e a releitura dos que já possuia, as leituras me ajudaram muito, principalmente quanto a estruturação do método de pesquisa, só lamento não ter epecificado mais sobre a triangulação necessária para análise dos resultados da pesquisa que deve ser baseada em múltiplos procedimentos.

:( Até escrevi sobre os múltiplos procedimentos, mas não dei a ênfase necessária por exemplo que ao analisar os diários de bordo isto (a análise) estaria ocorrendo, da importância de tanto os professores envolvidos quanto o pesquisador terem um espaço para o relatos de suas percepções diários e estes serem comentados pq no artigo do Maltempi (agora eu sei quem é o cara, vi no livro hehehe) quando ele fala que os alunos não utilizaram com frequência os diários e até seria dispensável se ocorresse trabalho posterior, deduzo eu que poderia ser por estes diários não terem sido trabalhados(no sentido de discussão, comentário e leitura por todos os participantes do projeto) tanto pelos alunos participantes da pesquisa quanto por pesquisadores.


Esqueci também de apresentar o pq ter sido destacada a importância de serem professores interessados em pesquisa (voluntários), apresentar mais detalhes do construcionismo enquanto possiblitador de análise de resultados e aprendizagens... é ... muita coisa poderia ter sido complementada, mas ainda assim está melhor do que o primeiro.

Vamos aguardar e que a força esteja conosco!

Imagem disponível em: http://www.prof2000.pt/users/isis/psique/toon/

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18.10.06

Modelagem Matemática, o que é?

Apresento aqui a concepção de Modelagem Matemática de diversos autores, as reescrevo na busca de construir a minha concepção.

Vamos lá!

Segundo BIENBEMGUT (1997, p. 34), é a arte de transformar situações do meio circundante em modelos matemáticos.

A Modelagem matemática é um processo dinâmico de busca de modelos adequados, que sirvam de protótipos de alguma entidade. (BASSANEZI, 1994, p. 45).

Modelo matemático é uma estrutura Matemática que descreve aproximadamente as características de um fenômeno em questão. (SWETZ, 1992, p. 65, GERTNER).

O Modelo Matemático é uma imagem que se forma na mente, no momento em que o espírito racional busca compreender e expressar de forma intuitiva uma sensação, procurando relacionar com algo já conhecido, efetuando deduções. (GRANJER,1997, p. 78, BIEMBENGUT).

Um conjunto de símbolos e relações matemáticas que traduz ,de alguma forma, um fenômeno em questão ou um problema de situação real, é denominado de Modelo Matemático. (BIEMBENGUT, 1997, p. 89).

Modelo matemático de um fenômeno, é um conjunto de símbolos e relações matemáticas que traduzem de alguma forma, o fenômeno em questão. (BASSANEZI, 1997, p. 65).

Modelagem matematica é a àrea do conhecimento que estuda maneiras de desenvolver e implementar modelos matemáticos de sistemas reais.(li, anotei e não sei de quem é)

Brevemente a minha concepção...aguarde!


16.10.06

Aula 07: Os sentidos

Meu coração tá quase que partido...fiquei assim sem jeito, me sentindo meio que fora do grupo por não poder mais uma vez assistir a aula, ainda mais depois que vi as fotos...oh vida crue!!!! parecia tão lega! :( , mas fazer oq..., mas vamos lá a escrita do texto que começo hoje evou terminando aos pouquinhos...

Os sentidos

Gílian Cristina Barros

Como é o mundo que percebemos?

“O olho enxerga o que deseja e o que não Ouvido ouve o que deseja e o que não [...]”
Arnaldo Antunes - Tato

Conscientes ou não estamos percebendo o mundo. Cada som, luz, calor, textura, cada estímulo nos leva a perceber o mundo.

Na composição Tato de Arnaldo Antunes, quando este afirma que O olho enxerga o que deseja e o que não e que ouvido ouve o que deseja e o que não tem-se claro que estando ou não atentos ao que nos cerca estamos pecebendo o mundo.

Nossos sentidos são os responsáveis por levar à mente as necessidades detectadas, necessidades estas que deverão ser resolvidas para que o corpo se sinta mais confortável, fato este facilmente percebido quando estamos com frio ou calor excessivos, o corpo, a pele - o tato - cria mecanismos que fazem com que sintamos necessidade de consumirmos algo frio no verão ou algo quente no inverno na busca de equilíbrio térmico.

Assim também, ocorre nos momentos de aprender, se estamos na busca de solução de um problema real, de uma dúvida ou necessidade latente, nossos sentidos se voltarão a tudo que oportunizar a solução destas questões.

Quanto ao ouvir e ver existe de certa forma um "stress" provocado pelo uso excessivo de estímulos auditivos e visuais que os alunos têm acesso hoje por meio da televisão e jogos de computador e/ou vídeo-game, logo, muitas vezes a escola não dá conta de conseguir estimular tanto quanto estes recursos ou até de saber como controlar (numa espécie de volta a calma) estes muitos estímulos.

Penso que, assim como som em alta intensidade pode ferir os ouvidos, e luz em excesso pode ferir os olhos, estímulos em excesso, poderão ferir a aprendizagem.

Tanto a afirmação de Arnaldo Antunes quanto, o fato que recordo citado a algum tempo atrás na revista nova escola, de Hellen Keller, cega, surda, que conseguiu viver, ler e ver o mundo através de outros sentidos, podem conduzir a conclusão de que o mundo é percebido pelo sentido e além dos sentidos.

Os órgãos dos sentidos auxiliam no relacionamento do ser humano com o meio em que vive, são eles que recebem os estímulos externos e os enviam até o cérebro, onde as informações são processadas, gerando assim um comportamento, frente ao estímulo recebido, dessa forma, contribuindo para uma aprendizagem ou não, sobre algo, que acabou de acontecer. Penso que, o conhecimento depende direta ou indiretamente dos órgãos sensoriais, como canais para percepção de estímulos.

Exemplos de “coisas” do conteúdo matemático que fazem referências aos sentidos.

No trabalho com conteúdos matemáticos o tato é considerado na utilização de materiais manipuláveis, não sei se o exemplo que apresentarei para olfato é válido, mas lembro-me do cheiro da madeira do material dourado que utilizamos (quando fazia magistério) para o estudo de números decimais.

A visão e audição são os sentidos mais utilizados e contemplados no ensino de conteúdos matemáticos, na representação, como no exemplo apresentado pelo professor, ou na tentativa de “facilitar a aprendizagem” de certos conteúdos, como no caso de um professor que referenciava as abcissas como abxixas, tentando direcionar ao eixo “x”.

A sociedade (incluindo a escola) prima por estímulos e conteúdos que atinjam os olhos e ouvidos, como se estes fossem fundamentais para a aprendizagem. Não que não sejam importantes, mas se pensarmos em uma sociedade em que o olfato, por exemplo, fosse mais valorizado, como seria nosso mundo? Quem sabe os programas de televisão, os livros e as roupas tivessem cheiros específicos?

Limitações do tato (quais são os níveis percebidos pelo ser humano e estabelecendo uma comparação com os níveis que três animais específicos percebem (o cachorro, o gato e um outro à escolha de cada um).

Referências:

Antunes, Arnaldo. Tato. Disponível em:http://arnaldo-antunes.letras.terra.com.br/letras/91763/. Acesso em: 16 de out. de 2006.

Keller, Helen. Três dias para ver. Disponível em: http://www.cerebromente.org.br/n16/curiosidades/helen.htm. Acesso em 16 de out.de 2006.

Carneiro, Marcelo M; Velho, Luiz. Interfaces assistidas para deficientes visuais utilizando dispositivos reativos e transformadas de distância. Laboratório VISGRAF Instituto de Matemática Pura e Aplicada. Disponível em: http://www.visgraf.impa.br/Data/RefBib/PS_PDF/mmc03/mmc.pdf

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15.10.06

Sites interessantes

No livro Investigação em Educação Matemática: percursos teóricos e metodológicos de Dario Fiorentini e Sergio Lorenzato tem uma lista de sites no fim do terceiro capítulo da primeira parte muito interessante, por enquanto apenas explorei alguns endereços e os coloquei como links aqui no blog em laços de pesquisa e aprendizagem, mas convém que analise uma a um e crie uma lista comentada destes, assim que sobrar um tempinho.

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5.10.06

Aula 06: Representações, Mapas, Medidas e Perspectivas

: ( Faltei em mais esta aula, tá complicado, quando não é reunião, é viagem, é especialização (já tô até com vergonha...), mas estou tentando compreender os encaminhamentos apresentados nas aulas pelas postagens dos colegas no ambiente do grupo.

Para tanto criei uma mapa conceitual a partir da leitura que fiz dos textos de: Elen, Kary, Luciane, Leoni, Isabel, Rudinei, Leivas e Silmara.

Este mapa (versão 01) busca representar os conceitos apresentados e discutidos em aula que consegui me apropriar.

Tenho que reescrevê-lo no momento de entrega oficial da atividade (se é que ainda terei chance).

Uma questão que julgo interessante abordar na escrita do texto final é a que se refere ao uso dos mapas como representação de um lugar, onde hoje, utilizando tecnologias como a do WikiMapia, mas do que simplesmente representar um espaço tem-se a possibilidade de representação comentada deste espaço por meio da colaboração, como fizemos Eziquiel e eu no mapeamento (parcial) de Telêmaco Borba.

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