:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:..:

27.8.06

Que tal escrevermos colaborativamente?

Hoje encaminhei um email para o a turma, no intuito de oportunizar a escrita colaborativa da tradução que temos que fazer, encaminhei o seguinte texto:

Boa tarde a todos!

Se desejarem reestruturar o texto colaborativamente, podemos utilizar um espaço Wiki que já havia criado para ir organizando minhas idéias.

http://ufpr.pbwiki.com

É bem simples de usar, basta clicar em log in do lado direito e acima, se logar com a seguinte senha: ******** depois clica em => Texto 01 => edit page altera e incluiu o que julgar necessário e clica em Save. Pronto.

A utilização desta ferramenta só não permite a escrita de forma síncrona, ok?(podem aparecer mensagens dizendo que não poderá salvar, mas isso só ocorrerá se duas pessoas tiverem logadas ao mesmo tempo).

E depois das alterações e contribuições necessárias, clica em log out do lado direito acima, para que outros também possam colaborar.blz?

Esta é minha sugestão!
Até mais!

Gílian Cris

Iria ser legal se escrevéssemos todos lá, pois ficaria até mais fácil para a sistematização.
Vamos que vamos!

Marcadores:

Aula 02: Ludwig Wittgenstein (Atividade 02)

A verdade dos pensamentos aqui comunicados parece-me intocável e definitiva. Acredito ter encontrado, no essencial, a solução para os problemas da filosofia. Se não me engano quanto a isso, o valor deste trabalho consiste, em segundo lugar, em mostrar como importa pouco resolver esses problemas.

Wittgenstein cursou engenharia mecânica, engenharia aeronáutica e matemática, foi soldado na Primeira Guerra mundial do Exército Austríaco vindo a publicar em 1922 o Tratado Lógico-Filosófico e segunda fase desenvolve nova linguagem por meio das Investigações Filosóficas.


O período que corresponde ao Tratado Lógico-Filosófico determina a primeira fase da Filosofia de Wittgenstein que exerceu grande influência no neopositivismo e no Círculo de Viena a que nunca pertenceu. WIKIPÉDIA (2006).
Wittgenstein I afirma que: “O significado de uma palavra é dado pelo uso da linguagem.” A linguagem e os seus limites é o tema central do Tratado Lógico-Filosófico – a linguagem tem a função de descrever a realidade. LEAL (2006).
Um conjunto de proposições que descrevem ou figuram algum estado de coisas possível é determinado pela linguagem com sentido, logo, pensamento e linguagem são uma e a mesma coisa, o pensamento constituído de proposições complexas, que ligam entre si nomes, com a simples função de dizer e mostrar.
A Filosofia nesta fase é para Wittgenstein uma atividade de análise da linguagem que nada pode dizer sobre o mundo, pois não configura-se ciência nem forma de conhecimento.
Wittgenstein, em período posterior a 1930 – Investigações Filosóficas – destaca grande influência sobre a filosofia analítica em geral, e as escolas de Cambridge e Oxford em particular, tendo ainda, tal qual a primeira fase, seus trabalhos baseados nas confissões de Santo Agostinho, abandonando a idéia de que a estrutura da realidade determina a estrutura da linguagem e deixa no novo documento a afirmação de que: “A linguagem passa e ser vista como uma prática social concreta, sendo o significado de termos e expressões lingüísticas o resultado dessa prática”. LEAL (2006).
No trato com os Jogos de Linguagem ele afirma que o significado de uma palavra é dado pelo seu uso na linguagem, exemplo, uma mesma palavra apresenta vários sentidos conforme o contexto, transformando a linguagem como parte da vida humana, definida pelo contexto de vida do indivíduo, fazendo uma reflexão analítica a fim de elucidar problemas gramaticais.
A ambição de Kant e Hegel de obter uma filosofia que remova o "eu" do limiar do conhecimento, de modo a finalmente transformá-la numa forma enriquecida acabada, talvez tenha sido agora realizada pelo “filósofo de Linguagem”. LEAL (2006).
Pelas características da análise e estudo de palavras e linguagens é que Wittgenstein, é considerado por BORGES (2002), colunista do Digestivo Cultural, como O fazedor de símiles, no sentido do trato com as comparações assimilativas comparando coisas (palavras, termos) que tenham semelhanças entre si, afirmando que: “Wittgenstein fez símiles até dois dias antes de morrer – e, com eles, alcançou a eternidade.”

Referências

BORGES, Julio Daio.(2002). Wittgenstein, o fazedor de símiles. Disponível em: < http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=711>. Acesso em 27 de Ago. 2006.

LEAL, Lena. (2006). Recanto das Letras. Biografias. Ludwig Wittgenstein. Disponível em: <http://www.recantodasletras.com.br/biografias/212764>.Acesso em: 23 de Ago.2006.

WIKIPEDIA.(2006) Ludwig Wittgenstein. A enciclopédia livre. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Wittgenstein >. Acesso em: 26 de Ago. 2006.

WITTGENSTEIN, Ludwig. (2002). Wittgenstein no Front. Disponível em: <http://www.digestivocultural.com/blog/default.asp?codigo=57 >.Acesso: 25 de Ago.2006.

Marcadores:

Aula 02: Inspirados pela epígrafe?(Atividade 01)

Inspirados pela epígrafe?
Gilian Cristina Barros

Os índices da impostura e a estupidez fazem-se ver, entender, tocar ao longo da vida. Alguns espaços onde a vista pode pôr-se desavergonhadamente escapam a este nada. Estes espaços de idéias se fazem com objetos e se assemelham aos quadros de René Magritte.

Um homem com asas, olhando o mundo ao seu redor tendo um calmo leão a suas costas. Este foi o primeiro texto imagético que me veio à mente, ao versar sobre a epígrafe.

A idéia de pertencer ao mundo e dele fazer parte, ora como ser humano total, completo, se isso for possível, ora como ser humano completado por: objetos, animais, natureza, pessoas, astros, árvores, montanhas, etc., influenciando e deixando se influenciar pelas características e funções de cada uma destas “coisas” é o que envolve as obras de René Magritte.

Homens que caem como chuva, mulheres que se completam ao toque do pintor, homens meio anjos, meio tontos que não percebem os leões que rondam tão perto.

Homens desconectados do real e ligados ao mundo imaginário que os cerca por meio de um muro. Por que não alçar vôo?

Por que não querer enxergar este mundo do alto utilizando suas asas, ou simplesmente se ver longe do perigo felino que o acompanha?E este felino, tem fome ou amizade por este homem anjo?Existem anjos com asas negras?

Quem sabe tolos, estúpidos, quase cegos, os dois fora de seus possíveis espaços reais de idéias e habitação, não percebem-se como são: homem quase anjo e leão quase gato.

Referências

MAGRITTE, René. Disponível em: < http://www.fotos.org/galeria/showphoto.php/photo/7408/size/big>. Acesso: 24 de Ago.2006.

Marcadores:

26.8.06

História e Filosofia da Matemática nos Livros Didáticos

Mais relatos da semana (21 à 25/08) - II Simpósio de Matemática em Faxinal do Céu

Na oficina de Filosofia e História da/na Educação Matemática - Prof. Vicente Garnica, além dos encaminhamentos quanto a resolução de situações apoiadas na resolução de problemas que contemplavam (alguns problemas contemplavam) a construção de conceitos matemáticos, percebi pela primeira vez a possibilidade de Análise da História da Matemática, por meio, de conceitos presentes em livros didáticos.

A análise que fizemos foi referente ao conceito de ângulo apresentado em livros didáticos de períodos distintos, além de percebermos pela forma de conceituação a que períodos cada conceito apresentado se referia, tornou-se claro, pelo menos pra mim (fato que não ocorreu com muitos professores presentes na turma), que dependendo do enfoque, necessidade e de acordos que se estabeleçam com os alunos os conceitos podem variar e tender ao que for definido pelo grupo.

Escolhas de conceitos matemáticos advindas das necessidades de um grupo são permitidas no ensino e na aprendizagem de Matemática, pois as escolhas feitas oportunizam o compreender da Matemática como auxiliadora no processo de leitura, interpretação e compreensão do mundo, não sendo uma ciência acima das outras, perfeita e imutável, logo a Matemática não verdadeira, nem absoluta.

A Matemática é inventada de acordo com as carências da comunidade que fará uso de recursos matemáticos para resolução de problemas de sua "realidade" e/ou de seu cotidiano.

É isso ae...vivendo e aprendendo e como tenho aprendido e desaprendido coisas, parece até com um dos meus aforismos, tudo é verdadeiro e imutável até que se prove o contrário.

p.s: sobre a realidade: não sei pq, mas cada vez que escrevo algo do tipo vindo da realidade soa estranho ...tenho que tornar mais claro o que significa esta tal realidade de que falo e cito.

Marcadores: ,

Simpósio de Matemática: Monstros e anti-heróis...

Esta foi A SEMANA! Realmente aprendi muito.
Pensei em postar as questões do Simpósio no meu blog q fala de tudo um pouco, mas pensei bem e aqui é o local mais adequado, pois aprendi mais sobre Educação Matemática para aplicar enquanto pesquisadora do que enquanto educadora (embora isso ainda seja uma coisa só em mim).

Bem, vamos aos monstros e anti-heróis.
Não sei se já aconteceu com você, mas comigo esta semana foi constante, descobrir e compreender o que o autor de um determinado texto pretendia dizer realmente depois de algum tempo.

Isso aconteceu com a leitura que havia feito de Rômulo Lins, pensava ter compreendido a questão dos monstros monstruosos apresentados enquanto empecilhos, ora necessários, ora conflitantes para se chegar a Educação Matemática como barreiras criadas e destruídas a favor de nosso (enquanto professores de matemática) desejo consciente ou não. É, pensava eu ter compreendido, mas que surpresa tive, ao participar da oficina do Rômulo sobre Resolução de Problemas.

(estou linkando as idéias aqui...não posso esquecer de reestruturar)

Marcadores: ,

16.8.06

Aula 01 - Criando e recriando conceitos


Cada aula será iniciada por uma epígrafe, a da aula de hoje foi:

"...as coisas novas são sempre compreendidas por analogia com as
antigas." Francis Bacon

A análise do aforismo XXXIV de Bacon deu início as atividades da aula, filtradas por uma espécie de máscara - tira de papel celofone vermelho.

A partir desta "nova forma" de ver o mundo perpassamos a fala de Aluizio Reis de Andrade in Bacon, ressalta o fato de que os anteriores não tratam de uma ciência opertativa.

Para se conhecer o passado oo investigador deve libertar-se de ídolos e emoções falsas, pois estas podem obstruir o acesso a verdade, onde os ídolos(1) ressurgem como obstáculos mesmo quando os conhecemos.

Tipos de ídolos: Tribo - Caverna - Foro - Teatro

Relações foram estabelecidas entre os tipos de ídolos e linkadas a questão dos fetiches, enquanto feitiço advindo de cultos aos deuses.

O currículo como fetiche:

- Estabelecer elo entre conhecimento e desejo
- Vontade de saber -> necessidade de poder
- Conhecimento pelas delícias da curiosidade causa prazer e gozo
- Freud e Tomas Tadeu

Aulas num contexto surrealista.
Surrealismo não como uma nova escola artística, mas como meio de conhecimento a partir de coisas pouco exploradas (avesso do centro lógico).
Reconcilia: homem/mundo/arte/ciência

"O maior ato de terrorismo que podemos fazer é pegar um conceito e dissolver.Destruir o conceito que a pessoa tem do conceito" -> Destruir o que é a escola.

E então o que colocamos no lugar?

1 - ídolos => noção vulgar => imagem de um falso deus (1620) ídolo enquanto autoridade que vem não do real, mas de pessoas

Sugestão de Leitura:
Silva, Tomaz Tadeu (1999). O Currículo como Fetiche: a poética e a política do texto.Belo Horizonte: Autêntica
Paul-Laurent Assoun (1995). El fetichismo, trad. De Horacio Pons, Buenos Aires, Nueva Visión.

Referências:
Novum Organun - Francis Bacon
Ídolos em questão: Chico Toicinho, Rorty e a investigação - Filosofia Pop
Hereditariedade e a natureza da Ciência

Marcadores:

14.8.06

Aula 01: Fetichismo

Fetichismo

Gilian Cristina Barros

Magia. Essa foi a primeira conotação apresentada a palavra fetiche que tem origem no termo português "feitiço", dada “pelos comerciantes portugueses aos objetos empregados nos cultos religiosos dos negros da África ocidental. O termo tornou-se conhecido na Europa através do erudito francês Charles de Brosses em 1757.” WIKIPEDIA (2006).

Máscara, véu, acessório, algo que complementa, substitui, artifício que propicia a atração para o sexo, culto, aceitação, conformidade, dentre outras estes são alguns dos atributos implícitos ao significado da palavra fetiche.

Marx apresenta o fetiche da mercadoria como elementos indispensáveis na preservação do modo de produção capitalista, nele estão ocultas as desigualdades sociais o que torna aparentemente natural o ambiente social.

Freud apresenta o fetiche como substituição da verificação da ausência do pênis materno, por exemplo, meninos quando crianças em pequena estatura têm acesso pelo olhar aos pés, sapatos e lingeries tornam estes elementos acessórios e substitutos, vindo a anteceder posteriormente em vida adulta o prazer e desviar do interesse sexual para objetos e algumas partes do corpo.

RIVERA (1997) apresenta citando Freud, o fetichismo como “... compromisso (...) entre reconhecimento e recusa de re-conhecimento”, por isso, o afirmo como véu que possibilita o desaperceber de coisas que nossos olhos muitas vezes enxergam.

A crença e fé excessivas nos fetiches – fetichismo – tornam os objetos como humanos, conforme afirma ZUIN (2006), “... é interessante destacar o processo de "humanização" dos fetiches, cujas marcas que os simbolizam passam a ser comercializadas como se fossem portadoras de personalidade própria.”.

Em Educação a humanização de objetos como livros podem reduzi-los a símbolos de status, como um fetiche arraigado culturalmente. Essa magia dos que levam o livro sob o braço e dos que apenas observam, muitas vezes dando importância e respeito aos que assim agem, “por não pertencerem ao conjunto dos que retroalimentam o elitismo semicultural, dos que fazem que lêem – ou se contentam com a leitura de orelha – para se fecharem nesse grupo.” CLARO! (2005).

O crer que quanto mais recursos, imagens e incentivos uma aula apresentar, mais a aprendizagem ocorrerá, gera uma forma de fetiche em educação, assim como, onde o professor que utiliza recursos tecnológicos, como por exemplo, o laboratório de informática, pode ser visto como além de seu tempo, mesmo que esteja utilizando uma simples pesquisa no “Google”. Simples, se não considerar o processo, a forma como as pesquisas são realizadas e posteriormente referenciadas sem a análise do funcionamento dos meios que podem levar ou não a aprendizagem, não percebendo que “a máquina é um instrumento que perpetua um mundo em que os donos dos meios de produção exploram os deserdados.” ALVES apud DAGNINO e NOVAES (2004).

Autores, pensadores, palestrantes de plantão, ditos educadores e até mesmo pesquisadores, são muitas vezes cultuados como entidades – fetichismo – que possuem certo poder ou magia sobre os processos de ensinar e aprender na escola, não sendo se quer questionados em suas teorias e se estas vão de encontro às “reais necessidades” do aluno, professor e da escola.

A disciplina de Matemática ao ser considerada como uma das mais importantes, difíceis e possibilitadora de reprovação é um fetiche arraigado nas ações escolares – conselho de classe. Além disso, também é envolvida por fetiches trazidos desde a formação dos professores de matemática até a sua atuação em sala de aula, como no que se refere à necessidade de tornar concreto e real, a todo custo, por meio de inúmeros recursos a compreensão de conteúdos matemáticos, e a que envolve o ser “professor de matemática”, ser absoluto, iluminado parente dos deuses e muitas vezes o próprio deus.

O fetiche que ronda não apenas os espaços escolares, mas o da sociedade em que a escola esta implícita é o de que a educação leva ao desenvolvimento da nação, advindo do fetichismo da mercadoria onde ao rasgar-se este véu ter-se-ia claro que, “não é a educação que gera emprego, mas emprego que gera educação.” ASSIS, (2006).

Máscara? Véu? Acessório? Quais os artifícios que uso/faço para alcançar muitas vezes o que desejo? Seriam isso fetiches?

Referências

ASSIS. J. Carlos. (2006). O fetiche da educação como causa do desenvolvimento. Disponível em: < http://www.desempregozero.org.br/editoriais/o_fetiche.php>. Acesso em: 13 de Ago. 2006.

CLARO!.(2005). Críticos e borboletas: o fetiche pelo livro. Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Disponível em: < http://www.eca.usp.br/claro/2005/06a/>. Acesso em: 10 de Ago. 2006.

DAGNINO, Renato & Novaes, H. Tahan.(2004). O fetiche da tecnologia e a visão crítica da ciência e tecnologia: lições preliminares. Disponível em: < http://www.itcp.unicamp.br/site/itcp/arq156.pdf>. Acesso em: 09 de Ago.2006.

RIVERA, Tânia. (1997) O Fetiche, subversão do símbolo. Revista Percurso. São Paulo. Disponível em: <http://www2.uol.com.br/percurso/main/pcs19/artigo1913.htm>. Acesso em: 10 de Ago. 2006.

WIKIPEDIA. Fetiche. A enciclopédia livre. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Fetiche>. Acesso em: 13 de Ago. 2006.

ZUIN, Antonio Álvaro Soares. (2006). A vingança do fetiche: reflexões sobre indústria cultural, educação pela dureza e vício. Educ. Soc., Campinas, v. 27, n. 94, 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302006000100004&lng

=pt&nrm=iso>. Acesso em: 12 Ago. 2006.

Marcadores:

8.8.06

Educação Matemática e Escola

Tô faceira!

Após o primeiro encontro que tivemos com o Prof. Vianna, acordamos as formas de participação nas aulas, estou ansiosa...e espero aprender muito.

Bem, as aulas transcorrerão da seguinte forma:
- Os temas serão pesquisados e apresentados em forma de artigo (no máx. 3 páginas) antes da apresentação do conteúdo pelo professor.
- A sistematização de cada aula será realizada em grupos (critérios de organização a escolha do grupo)
- Anotações, gravações deverão ser realizados nas aulas como forma de registros que irão colaborar com a sistematização dos grupos.

Nossa primeira aula será dia 16/08 sobre Fetiche.
Agora é só estudar.

Marcadores:

7.8.06

Mestrado pra quê?!?

Bem, estou criando este blog para registrar percepções e aprendizagens que me conduzem ao mestrado.

E dai vem a pergunta que não quer calar, pelo menos minha mãe, mestrado pra quê?!?

Tenho muitos argumentos que não sei se satisfazem aos que me cercam mas me bastam:
- amo as palavras todas elas - vindas de livros, músicas, internet...sou apaixonada pela leitura e escrita (isso é culpa da minha mãe que ao invés de panelinhas me dava livros, não sei pq ainda pergunta...rsss...)
- sou curiosa e observadora por natureza, prova disso as inúmeras perguntas que tinha no momento presencial da especialização da UFRGS, onde o povo ficou meio que travado e eu querendo saber mil coisas, como de onde vem a cor da asa das borboletas e luz do vagalume, pq as formigas andam em fila (projeto do meu grupo), e ainda tenho uma que vou ter que pesquisar sozinha, pq a maioria dos negros tem cabelo meio assim como o meu bombril?
- por não ser lá muito falante, não tanto quanto escrevente, penso que o mestrado é o caminho mesmo pra mim que vivo criando coisas loucas (projetos e mais projetos) na net com o Eziquiel lá no nossa comunidade EscolaBr... é esse é o caminho, pesquisar, construir...

Tenho mais motivos, mas agora tô com preguicinha de escrever...Acho que se fizesse um PodCast seria melhor, era só falar e pronto!hehehe

O que não posso esquecer:
- incluir neste blog os registros do ano passado das aulas do Trovon.
- escrever sobre minhas experiências desde o ano passado, bem como, incluir links das produções...

É isso ai!

Marcadores: ,

Site Meter